Saúde da mulher
Elucidações necessárias
Para Deus o tempo É, o tempo ESTÁ, é o Presente Eterno,
porque o Espírito nunca morre, é Imortal.
"Deus é Espírito, e importa que os seus adoradores O adorem em espírito e em verdade." (Evangelho de Jesus segundo João, 4:24)
Na visão do site ((( Seja bem-vindo! ))) não há informação sem proveito, se dela pudermos extrair lições que valham para a Vida.
Falamos às famílias, portanto a toda a sociedade que dela surge e se sustenta quando os pais dão a seus filhos e filhas a atenção e o apoio de que necessitam para bem conduzirem suas existências.
Artigos que tratam de temas relacionados ao bem-estar da menina e da mulher.
Vale a pena lê-los.
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Saúde da mulher
Carta aberta:
aborto – anteprojeto inoportuno
Jornal do Advogado
(Editorial – Agosto de 1989)
Garimpando
minha história
Dia desses recebi um “comunicado oficial” da empresa em que trabalho de que, “na forma do artigo 139 da Consolidação das Leis do Trabalho/CLT, minhas férias referentes ao período vencido em 2010, deveriam ser gozadas em 2011 por 30 dias consecutivos”.
Aproveitei o ensejo para, entre outras coisas, por em ordem minhas gavetas, e uma série de documentos pessoais e fotografias que há muito repousavam nos recantos mais inusitados do meu lar, e nem me lembrava mais de suas existências e como achá-los – eu comprei um apartamento novo, mudara-me recentemente –.
Mexendo daqui, mexendo dali, lendo e analisando, e criteriosamente catalogando tudo, descobri verdadeiros tesouros há muito esquecidos. Uma dessas preciosidades é um exemplar do Jornal do Advogado, nº 164, de agosto de 1989, cujo editorial tem publicado o resumo de uma carta aberta que escrevi, ponderando a inoportuna pretensão de encaminhar ao Congresso Nacional anteprojeto pró-aborto.
À época, a Ordem dos Advogados do Brasil, Secção de São Paulo, era dirigida pelos meus colegas, doutor Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, presidente; doutor José de Castro Bigi, vice-presidente; doutor Rubens Approbato Machado, tesoureiro; e como jornalista responsável, Múcio Borges da Fonseca, do conselho editorial. A publicação mensal da OAB/SP circulava com uma tiragem de 80 mil exemplares em 1989.
Um breve
histórico do jornal
Foi criado em 1974, por iniciativa do então conselheiro seccional doutor Paulo Sérgio Leite Fernandes, o órgão oficial tinha como missão abrir um canal de comunicação da OAB-SP com os cerca de 30 mil advogados daquela época e também com a sociedade, que vivia os anos duros do governo militar, sob o comando do falecido general Ernesto Geisel.
De lá pra cá, o Jornal do Advogado registrou parte da luta brasileira pela democracia e pelo Estado Democrático de Direito e os avanços da legislação durante suas três décadas e meia de existência. Discutiram-se em suas páginas a Lei do Divórcio, a Lei da Anistia, as Diretas-Já, Constituinte, o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, a Lei da Reeleição e os dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, e a campanha presidencial vitoriosa do ex-sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva, entre outros temas de interesse dos operadores do Direito e da sociedade brasileira.
A publicação oficial da OAB/SP, que existe há mais de 35 anos, passou por uma grande reformulação e designe revista, constituindo-se em um dos mais antigos veículos voltados ao mundo jurídico do país.
Com tiragem de 200 mil exemplares (2011), o índice de leitura do Jornal do Advogado atinge mais de 600 mil leitores dentro do Estado de São Paulo, sendo 54% na região metropolitana da Capital Paulista.
Carta aberta
Reproduzo, para você que acessa, lê e analisa o conteúdo do site ((( Seja bem-vindo! ))), o que escrevi aos meus colegas advogados que ocupavam os mais destacados postos da vida pública do nosso País:
“São Paulo, Estado de São Paulo, Agosto de 1989
De: doutor Gelson dos Santos
Para: diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil/OAB,
Secção de São Paulo.
A/C do Conselho Editorial do Jornal do Advogado.
"Aborto, delito contra a Vida.
"Recebo, com satisfação, o Jornal do Advogado. E, como alguns temas abordados refletem a opinião de expressivo número de leitores, nele incluo-me para fazer necessárias considerações à matéria publicada no mensário nº 160, no mês de abril de 1989, intitulada: 'Legalizar o aborto para corrigir injustiças'.
"O aborto é delito contra a Vida. Desde que provado que o produto da concepção está morto antes da expulsão prematura, inexistirá o crime, por falta do objeto jurídico, a vida. Logo, pouco importa a capacidade de o feto atingir a maturação.
"Os termos de uma pretensão amparada na estatística negativa, cujo índice de mortalidade materna é padrão para discriminar as conseqüências de uma gravidez seguida de aborto, o mais das vezes à revelia das verdadeiras causas, só é comparável à pretensão de que em 'lei' parte dos impostos pagos pelo povo sejam usados para subvencionar hospitais da rede pública para a prática do aborto, ou descriminar a pena de morte no Brasil, argumentando que os índices de assaltos à mão armada e homicídios são alarmantes. O que é um absurdo!
"É realmente abjeta lubricidade a violência contra a Mulher, e como grave delito, deve o criminoso ser exemplarmente punido como manda a Lei Penal. Mas é repudiante aceitar o aborto sentimental, porque a sua ação se dirige contra um ser que nenhuma culpa teve do fato... é um segundo estupro.
"Cabe às autoridades assumirem, de uma vez por todas, o seu verdadeiro papel no comando dos serviços públicos e privados de saúde no Brasil, criando mecanismos eficazes que possibilitem o livre acesso e esclarecimento quanto às formas de assumir uma gravidez e criar, com dignidade, os filhos.
"Quanto às gestantes que não se sentem preparadas para arcar com a responsabilidade de um filho, mas já o carregam no ventre, que sejam orientadas no sentido de não cometerem o aborto e tenham atendimento (pré-natal e pós-parto) que lhes dê condições de sobrevivência e amparo ao novo ser, o que representa, das instituições que se propuserem a isso, exemplo do esforço pela perpetuação da existência humana.
"Gelson dos Santos
Advogado – OAB/SP nº 85.013.”
O tempo é
na obra do Bem.
Foi assim que eu encerrei a carta aberta para a Diretoria da OAB/SP, em agosto de 1989, e que foi publicada no editorial do Jornal do Advogado, edição nº 164. Um texto que atravessando o Século XX, é atualíssimo neste conturbado Século XXI.
PELA VIDA CONTINUA
Saúde da mulher
44% dos brasileiros são contra o aborto em caso de estupro, diz pesquisa
O protagonismo da Mulher na construção da Paz
As graves consequências espirituais do aborto provocado
A Mulher no conSerto das nações (parte 1)
Bancada religiosa age para barrar mudanças na proposta do novo Código Penal
Pílula anticoncepcional
Mitos e verdades sobre problemas na coluna
Especialistas falam sobre a consequência do aborto na saúde da mulher
A Mulher no ConSerto das nações (parte 2)
Defesa da vida: um papel de todos
Sexualidade, Razão e Mecanismo
No seu ensaio literário Evangelho do Sexo(1), lançado recentemente pela Editora Elevação e com grande sucesso, o escritor Paiva Netto analisa a questão do sexo e da sexualidade. Quando você quer namorar uma moça, noivar e casar com ela só por causa da formosura, poderá dar-se mal, pois a fascinação exterior passará como o vento. Contudo, se for unir-se porque tem Amor, o encanto físico poderá não mais existir com o tempo; porém, você a amará como a amou quando era jovem.
Assim também pode ocorrer com relação às moças: se for juntar-se ao rapaz apenas porque ele possui um tórax avantajado, ou pernas fortes, no futuro aquele físico murchará. E o seu Amor? Fenecerá com ele? Que Amor é esse, então?! Não terá passado de um sentimento falso. Mas, se constituir matrimônio com um homem por amá-lo verdadeiramente, a felicidade crescerá como as árvores seculares, porque o bem-querer será infinito.
A beleza é uma coisa primorosa. O Amor, porém, é muito maior que tudo isso. Ele estabelece a simpatia. E esse é o atrativo que não se desfaz, a graça eterna do Espírito. Nem a morte separa os que se amam – salvo em casos de suicídio –. Como dizia o saudoso radialista, jornalista, poeta e ativista social Alziro Zarur (1914-1979): “Não é o corpo que atrai: É o Espírito que ama”. E, se é o Espírito que ama, esse Amor é permanente.
"Sim, eu amei!"
Então, por que abortar
o fruto do amor?
A moça se questiona: “Ora, por que eu abortei, então, meu Deus!? Eu amo o meu namorado, quero ficar com ele; mas matar e mutilar o fruto do nosso prazer... Não era isso que eu queria... Não era isso, não!”
Veja que não tem saída, o aborto traz consequências negativas para a saúde da mulher e afeta todos os que no ato se envolveram. A falta de uma Educação Sexual(2) eficaz, partindo do ambiente familiar e complementada nas escolas públicas e privadas por educadores dotados de vivência elevada das Leis Espirituais, só faz aumentar a prática e perpetuar a desigualdade social.
O risco imposto pela ignorância das leis divinas quanto a natureza divina do Sexo é sem dúvida o abortamento praticado majoritariamente pelas meninas e mulheres pobres, e pelas que não têm acesso aos recursos médicos públicos para o aborto seguro em casos previstos pela legislação brasileira, mas que não afasta dessa lista tenebrosa as meninas e as mulheres oriundas das classes abastadas, que tem acesso aos recursos médicos e a programas reprodutivos avançados, mas que mesmo assim optam por sair do país para fazer o aborto induzido.
Saúde Pública
X
insanidade pública
Digo sem medo de errar: articular a sociedade pela legitimação do aborto e sua descriminalização, é ato de insanidade pública. Quem pode ser considerado saudável laborando a morte dos outros, particularmente dos nascituros que não podem defender-se?
O que há de sólido no debate brasileiro sobre aborto sustenta a tese de que “é uma questão de saúde pública(3)”. Enfrentar com seriedade esse fenômeno significa entendê-lo como uma questão que exige deveres espirituais, saúde, e finalmente direitos humanos, e não como um ato de infração moral de mulheres levianas.
E para essa redefinição espiritual, social e política há algumas tendências que se mantêm. Nos estudos(4) à beira do leito com mulheres brasileiras que abortaram e buscaram o serviço público de saúde: a maioria é jovem entre 20 e 29 anos, pobre, agnóstica, com até oito anos de estudos e emprego fixo, em união estável, já com filhos, e usuária de métodos contraceptivos.
Por isso, a compreensão do aborto como uma questão de saúde pública em um Estado laico e plural inaugura um novo caminho argumentativo, no qual o campo da saúde pública no Brasil traz sérias e importantes evidências de que é urgente aparelhar com tecnologia de ponta serviços de saúde, hospitais públicos e universitários, clínicas e postos mantidos pelo Estado, e qualificar, espiritualizando, todo o corpo clínico, para que atue antes, durante e depois, revezando-se nas 24 horas, todos os dias do ano, na orientação e no atendimento sério, e na assistência eficaz a população feminina de nosso País.
Meu amigo, minha amiga, “o sexo é assunto primacial na vida humana e ainda bastante discutido neste mundo. Muitos correm atrás dele, pensando obter prazer eterno, mas será que o conseguem? Só perguntando aos seus travesseiros, quando as cabeças reclinam e todos se revelam a si mesmos. Por que o sexo, por si só enfastia, não traz o que o Ser Humano mais espera da Vida? Porque precisamos entender que sua essência é espiritual. Portanto, tudo o que foge ao equilíbrio entedia, enoja e um dia se vomita, não constitui expressão torpe do desejo, não surgiu para malversação das energias humanas.”
Sexo
X
Transa sexual
X
Gravidez
Aconteceu? Por desespero ou pela pressão do namorado, da comunidade em que vive, ou de familiares, induziu o aborto? É momento de meditar, de repensar sua vida, para que o trauma do violento gesto não te faça concordar com o remorso.
Entenda, o que pouco tem a ver com sexo em si mesmo é a chamada transa sexual, exercida geralmente sem nenhum cuidado, suscitando a gravidez precoce, até em pré-adolescentes, sem amadurecimento para tamanha responsabilidade. Sexo é, acima de tudo, criação. E quando banhado pelo Amor, torna-se maravilhoso. Sua duração é superior à das Rosas de Malherbe [que tem vida efêmera].
Sexo é essencialmente criação e a maternidade, a sua sublimada consequência. Sair dos hospitais e postos de saúde, se aproximar do espaço doméstico, dos saberem femininos e tradicionais, da participação dos homens na decisão pelo Sexo e pelo engravidar que a prática sugere, são alguns dos novos itinerários para se perceber que é necessária uma saúde pública no Brasil com selo de qualidade internacional pela defesa da Vida reprodutiva. A natureza do Sexo é criar. Neste sentido não há Ser mais sexual que Deus, autor do Universo e de tudo oque nele existe.
E por que sofremos quando o desejo sexual não é correspondido? Nada mais cruel do que o Amor falso. Um dia mostra suas garras fincadas na Alma, mesmo que seja a mais cínica de todas. E o Amor na sua expressão sublime, é carência basilar do Ser Humano. Sua falta hospeda doenças venéreas, enfermidades que podem levar a pessoa a morte prematuramente. Diligentemente, tão necessitado do Amor, que é Deus, muita vez neste mundo só o alcança pela interferência da Dor.
Nesse sentido, a Dor é um esforço de Deus para que conquistemos a fortaleza que existe dentro de nós. É uma espécie de medida extremada de salvação, quando o Amor não consegue tal milagre. Enquanto o Ser Humano não souber realmente amar, a ação da Justiça Divina é indispensável para o seu aperfeiçoamento moral, mental, social e espiritual.
Educação Sexual
X
Mecânica Sexual
Uma crítica me permita fazer aqui, e essa eu aprendi ouvindo as pregações do radialista José de Paiva Netto. Até hoje nas escolas públicas e privadas, quando certos educadores falam sobre Sexo, sobre Educação Sexual, ao que talvez se possa assistir são lições de mecanismo sexual. Reduz-se assim o Sexo, como se um quadro valesse apenas por suas tintas, esquecido o valor do artista.
Deus é o artista do Cosmos. A arte Dele, suas criaturas: os cometas, os satélites, os planetas, as estrelas, as galáxias, as dimensões micro e macrocósmicas, e todos seres minerais, vegetais, animais, hominais e espirituais que nesses mundos evoluem.
Sexo é, portanto, arte suprema do Pai Celeste, não meramente instinto, que qualquer selvagem é capaz de consumar... Das tintas nas mãos de, no caso, um pigmeu de Alma sequer surgirão os borrões dos impressionistas franceses.
Desanimar?!
Por que?
Nunca pare de evoluir.
Proposta que cabe bem ao tema é o da valorização da Família(5) como núcleo de pesquisa e de estudo das questões da Alma, fundamentados naturalmente nas lições espirituais universalistas de Jesus Cristo, o Educador dos Povos.
Para esse tentame, sugiro a você consultar o portal: www.religiaodedeus.org, e extrair dali informações e orientações preciosas para uma ação eficaz no campo da espiritualidade ecumênica. Se você seguir essa recomendação com seriedade, não precisará cair na tentação de apoiar ou se permitir práticas abortivas. Saberá planejar ações, conhecerá métodos naturais e muito seguros para formar uma família sem traumas. Não permita, portanto, que o tormento paralise a sua vontade.
Enfrente os óbices, lute pela sua remissão, pela sua renovação íntima, pela sua reeducação espiritual. Desse aprendizado, ensinamentos, lições devem e precisam ser aprendidas de forma que domemos os instintos primitivos do humano ser, e apliquemos essa força poderosa a nosso favor. Temos o direito de sentirmo-nos seres humanos, sempre dispostos a viver a felicidade plena e a sabedoria.
Mas recorda sempre dessa verdade universal: "De Deus não se zomba". No Tribunal Celeste vigora o Amor, mas não existe impunidade. 'Aquilo que o homem semear, isso terá de colher'. De nada adianta sofrer sem aprender a lição. É burrice.
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1. Extratos de “Como Vencer o Sofrimento” e o ensaio “Evangelho do Sexo”, obras literárias de autoria do escritor Paiva Netto, pela Editora Elevação: www.elevacao.com.br, ou pelo Clube Cultura de Paz: telefone: 0300 10 07 940.
2. Argumento levantado pelo educador Paiva Netto, denunciando que existe flagrante diferença entre Educação Sexual e mecânica sexual. A primeira educa, a segunda informa.
3. pt.wikipedia.org/wiki/Saúde_pública
4. Coleção institucional constante na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde: https://www.saude.gov.br/bvs
5. Núcleos Familiares – a Igreja em Casa. Livro Diretrizes Espirituais da Religião de Deus, Volume I, de autoria do escritor Paiva Netto, pela Editora Elevação: www.elevacao.com.br, ou pelo Clube Cultura de Paz: telefone: 0300 10 07 940.



